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Deus e a felicidade no casamento

 
     
 

         Felicidade!!!

 
 

 
 

          Quem não deseja ser feliz? Muitos fazem da felicidade o propósito final de suas vidas e, por isso, lutam desesperadamente para alcançá-la.

 
     
 

          Ser feliz, conforme os dicionários, é ser abençoado, bem-aventurado, animado, afortunado, alegre, próspero, saudável, bem-sucedido, radiante e esperançoso. Quem não almeja ser assim?

 
     
 

          Quando pensamos em casamento, por exemplo, podemos afirmar que a maioria esmagadora dos noivos desejam encontrar tudo isto ao lado do futuro cônjuge.

 
     
 

          Isto é possível? – esta é a pergunta que incomoda.

 
     
 

         Precisamos entender que “a tal felicidade” tão sonhada só poderá ser conquistada se os princípios e os valores estabelecidos por Deus forem levados a sério. A fé cristã dá-nos a convicçao de que sem a graça de Deus em nossa vida todos seríamos infelizes. A sua vontade é “boa, agradável e perfeita” (Rm.12:2).

 
     
 

          Vejamos a vontade de Deus para que você seja feliz no casamento.

 
     
 

 
 

PRIMEIRO: Ele faz a escolha.

 
     
 

          Em Gênesis 2:18 lemos: “Disse mais o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora que lhe seja idônea.”

 
     
 

          O homem tinha Alguém acima dele: Deus; tinha criaturas abaixo dele: os animais; faltava-lhe, porem, alguém ao lado dele. Deus, em sua Sabedoria, deu-lhe a mulher.

 
     
 

          É interessante observar que o Senhor proporcionou ao homem o sentimento da ausência. O homem que administrava a terra, dava nomes aos animais e as aves do céu, sentia falta de alguém ao seu lado. A iniciativa da escolha, porém, foi de Deus. As necessidades físicas, estéticas, emocionais e espirituais foram supridas pela vontade de Deus em Sua habilidade e sabedoria na formação da companheira perfeita.

 
     
 

          O cristão identificado com o seu Senhor, deve submeter-se à vontade divina. Deus conhece todas as coisas e sabe perfeitamente o que é melhor para a nossa vida. O que os olhos vêem nem sempre é o melhor. Quando Samuel buscou dentre os filhos de Jessé (I Sm.16:1-13) o escolhido para reinar em Israel, os parâmetros humanos foram inicialmente observados: idade, força e beleza. Os valores de Deus eram outros. Deus olhava o coração de Davi, o filho menor, que apascentava o rebanho do pai nas montanhas.

 
     
 

          A bem-aventurança no contexto do casamento passa obrigatoriamente pela escolha de Deus da pessoa que estará ao nosso lado “até que a morte nos separe”.

 
     
 

 
 

SEGUNDO: Ele valoriza o relacionamento conjugal.

 
     
 

          “Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe...” (Gn.2:24a).

 
     
 

          A psicologia afirma que o relacionamento da criança com os pais determinará a estrutura física e emocional por toda a vida. Proteção, atenção e amor são determinantes na formação da nossa personalidade. E este relacionamento deve merecer o respeito e amor para sempre.

 
     
 

          Pois bem, diz a Palavra de Deus, no casamento o relacionamento pais/filhos passa a ser secundário. Agora, o relacionamento conjugal passa a ser prioritário.

 
     
 

          O apóstolo Paulo diz que o amor do marido para com a sua esposa deve ser semelhante ao amor de Jesus para com a sua Igreja (Ef.5;25-31a). Um amor altruista, sacrifical.

 
     
 

          Muitos casais são infelizes no casamento por não compreenderem o valor que Deus dá a esta instituiçao e, consequentemente, colocam o relacionamento conjugal como um valor secundário em suas vidas. Não há tempo para investir no relacionamento. Mas, tempo é uma questão de valor. Sempre teremos tempo para as coisas que nos são verdadeiramente preciosas.

 
     
   
     
     
 

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