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Deus e a felicidade no casamento (parte 2)

 
     
 

TERCEIRO: Ele determina que o relacionamento seja para sempre

 
     
 

          “...e unir-se-á à sua mulher...” (Gn.2:24b)

 
     
 

          Jesus confirma: “Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem” (Mc.10:9).

 
     
 

          Deus não iria criar uma instituição para, provisoriamente, suprir as necessidades do ser humano. A imperfeição está longe do Criador. Deus nunca poderia escolher alguém para um tempo, para uma experiência. Alguém que fosse provisório em nossa vida. Não!

 
     
 

          O problema está no homem que não se submete à vontade divina e busca os seus relacionamentos levados por instintos ou por valores deturpados de uma sociedade ímpia. Os padrões determinados por essa sociedade não conferem com os padrões de Deus (Rm.12:1,2).

 
     
 

          Quando Jesus aborda a questão do divórcio, em resposta às perguntas dos fariseus, diz enfaticamente: “Pela dureza dos vossos corações Moisés vos deixou escrito esse mandamento....O que Deus ajuntou, não o separe homem.” (Mc.10:5,9). A dureza de coração não é própria dos filhos de Deus, salvos por Jesus Cristo. As justificativas para a separação podem ser aceitas e aprovadas pelos homens, nunca por Deus.

 
     
 

          O casamento é para sempre. É pra valer!

 
 

 
 

QUARTO: Ele projeta uma união perfeita

 
 

          “...e serão uma só carne...” (Gn.2:24c)

 
 

          Isto significa que há uma aliança, um compromisso de vida entre marido e mulher.

 
 

          Compromisso de compartilhar sentimentos, sonhos, atitudes, vontades, corpo e tudo o mais na vida de duas pessoas que escolheram entrar em uma instituição criada por Deus: o matrimônio.

 
 

          O relacionamento marido-mulher contribui para que um e outro se completem e se realizem como pessoas criadas à imagem e semelhança de Deus. Há uma sinergia indestrutível.

 
 

          Todo casal precisa compreender esta verdade. No compromisso de amor, de fidelidade e de permanência assumido com o cônjuge está, também, o compromisso com Aquele que é o Autor e Sustentador desta aliança. E Ele, em Sua Graça, capacita a todos na realização plena da Sua vontade.

 
     
 

 
 

Conclusão:

 
     
 

          Tudo se resume em uma só palavra: submissão.

 
     
 

          É impossível encontrarmos a felicidade longe de Deus. O pr. David Gomes, de saudosa memória, já dizia: “Felicidade começa com Fé”. Fé em Deus. Fé em Seus princípos e em Seus valores. E, assim, com a vida submissa à Sua vontade, homens e mulheres poderão encontrar as pessoas escolhidas por Deus que proporcionarão encontrar a “tal” felciidade.

 
     
 
Trecho extraído com autorização do site: www.clickfamilia.org.br
 
 
Pr. Arlécio Franco Costa
 
     
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