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II Samuel |
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Autor |
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O
autor é anônimo. Os profetas Samuel, Natã
e Gade mantiveram registros (1 Cr. 29.29) que mais tarde
talvez tenham sido copilados, formando assim 1 e 2 Samuel.
Há quem acredite que historiadores oficiais da
corte tivessem registrado esses acontecimentos (v. 2Sm
8.16,17; 1Rs 4.3). |
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Por
que ler esse livro? |
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Muitas
vezes é difícil se olhar no espelho. diante
das nossa falhas, ficamos chocados e preferimos não
olhar para os nossos defeitos. "Depois de tudo o
que eu fiz", alguém pergunta, "como deus
pode amar-me?" Davi, cuja história começa
em I Samuel e continua em II Samuel, poderia ter feito
a mesma pergunta. Conheceu a luta, o sofrimento e o pecado,
mas também experimentou o constante amor de Deus.
Davi era alguém com quem todos podemos identificar-nos.
Nesse livro vemos que, a despeito dos nossos triunfos,
não podemos chegar ao topo; independentemente de
quão profundo seja o nosso desespero, o amor de
Deus pode sempre nos alcançar. |
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Conteúdo |
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2
Samuel trata da ascendência de Davi ao trono e dos
quarenta anos do seu reinado. O livro está enfocado
na sua pessoa. E começa com a morte de Saul e Jônatas
na batalha do monte Gilboa. Davi é, então,
ungido rei sobre Judá, sua própria tribo.
Há um jogo de pode pela casa de Saul entre Isbosete,
filho de Saul e Abner comandante-chefe dos exércitos
de Saul. Embora a rebelião tenha sido sufocada,
esse relato sumário descreve os sete anos e meio
anteriores à unificação do reino
por Davi. “E houve uma longa guerra entre a casa
de Saul e a casa de Davi; porém Davi se ia fortalecendo,
mas os da casa de Saul se iam enfraquecendo” (3.1). |
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Davi
unifica tanto a vida religiosa quanto política da nação
ao trazer a arca do Testemunho da casa de Abinadabe, onde
havia estado deste que fora recuperada dos filisteus (6.1-7.1). |
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O
tema do Rei vindouro, o Messias, é introduzido quando
Deus estabelece uma aliança perpétua com Davi
e seu reino. “Teu trono será firme para sempre”
(7.16). |
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Davi
derrota com sucesso os inimigos de Israel, e inicia-se um
período de estabilidade e prosperidade. Tristemente,
porém, a sua vulnerabilidade e fraqueza o leva ao
pecado com Bate-Seba e ao assassinato de Urias, esposo dela. |
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Apesar
do arrependimento de Davi depois de confrontado com o profeta
Natã, as conseqüências da sua ação são declaradas
com todas as letras: “Agora, pois, não se apartará a espada
jamais de tua casa” (12.10). |
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Absalão,
filho de Davi, depois de uma longa separação
de seu pai, instiga uma rebelião contra o rei, e
Davi foge de Jerusalém. A rebelião termina
quando Absalão, pendurado numa árvore pelos
cabelos, é morto por Joabe. |
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Há uma desavença entre Israel e Judá
a respeito da volta do rei a Jerusalém. Um rebelde
chamado Seba instiga Israel a abandonar Davi e a voltar
para casa. Embora Davi tome uma série de decisões
desafortunadas e pouco sábias, a rebelião
é sufocada, e Davi é mais uma vez estabelecido
em Jerusalém. |
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O
livro termina com dois belos poemas, uma lista dos valentes
de Davi e com o pecado de Davi em fazer o censo dos homens
de guerra de Israel. Davi se arrepende, compra a eira de
Araúna e apresenta oferendas ao Senhor no altar que
constrói. |
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