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Entretanto,
aqueles que seguem o Cordeiro estão envolvidos em um conflito
espiritual contínuo e, sendo assim, o Ap fornece um maior
discernimento quanto à natureza e tática do inimigo (Ef
6.10-12). O dragão, frustrado por sua derrota na cruz e
pelas conseqüentes restrições imposta sobre sua atividade,
e desesperado para frustrar os propósito de Deus perante
seus destino inevitável, desenvolver uma trindade forjada
a “fazer guerra” com os santos (12.17). A primeira “besta”
ou monstro simboliza a realidade do governo anticristão
e poder político (13.1-10,13). A segunda, a religião anticristã,
a filosofia, a ideologia (13.11-17). Juntos, eles forma
a sociedade, comercio e cultura secular cristã definitivamente
enganosa e sedutora, a prostituta Babilônia (caps 17-18),
composta daqueles que “habitam a terra”. Eles, portanto,
possuem a “marca” do monstro, e seus nomes não estão registrado
no “Livro da Vida do Cordeiro”. O dragão delega continuamente
seu poder restrito e autoridade aos monstros e seus seguidores
a fim de enganar e desanimar qualquer pessoa do propósito
criativo-redentor de Deus. |
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