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Colossenses |
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Autor |
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Enquanto estava em prisão domiciliar em Roma,
o apóstolo Paulo escreveu aos crentes da cidade
de Colossos (ou Colossas), localizada no sudoeste da atual
Turquia. |
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Por
que ler esse livro? |
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Algumas
pessoas se surpreendem ao descobrir alguma coisa nova
sobre um amigo que pensavam conhecer bem. Essa é
uma das coisas empolgantes sobre o relacionamento com
Cristo: não há limites para o que podemos
apreender sobre ele. Ler Colossenses é uma das
maneiras pelas quais podemos fazer mais descobertas sobre
Jesus e aprender a honrá-lo. |
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Conteúdo |
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Os falsos mestres em Colossos tinha rebatido algumas das
principais doutrinas do Cristianismo, nada menos que a
divindade, a autoridade absoluta e suficiência de
Cristo. Cl apresenta Cristo como o Senhor supremo cuja
suficiência o crente encontra perfeição
(1.15-20). Os primeiros dois capítulos apresentam
e defendem essa verdade; os últimos dois desvendam
as implicações práticas. |
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A supremacia de Jesus Cristo depende da unicidade dele com
o eterno e amado Filho e Herdeiro de Deus (1.13,15). Nele
habita a totalidade dos atributos, essência e poder divinos
(1.19; 2.9). Ele é a revelação e representação exata do
Pai, e tem prioridade em tempo e primazia em categoria sobre
toda a criação (1.5). Sua suficiência depende de sua superioridade.
A convicção da soberania absoluta de Cristo impulsionou
a atividade missionária de Paulo (1.27-29). |
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Paulo declara a autoridade de Cristo de Três formas
primarias, proclamando, ao mesmo tempo, sua adequação.
Primeiro, Cristo é o Senhor de toda a criação.
Sua autoridade criativa abrange todo o universo material
e espiritual (1.16). Como isso inclui os anjos e planetas
(1.16; 2.10), Cristo merece ser louvado ao invés
dos anjos (2.18). Além disso, não há
motivo para temer os poderes espirituais demoníacos
ou buscar supersticiosamente a proteção deles,
pois Cristo neutralizou o poder deles na cruz (2.15), e
os colossenses compartilhavam de seu triunfante poder de
ressurreição (2.20). Como soberano e potestade
suficiente, Cristo não é apenas o Criador
do universos, mas também o preserva (1.17), é
seu princípio de união e meta (1.16). |
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Em segundo lugar, Jesus é o superior na igreja como
seu Criador e Salvador (1.18). Ele é a vida e líder
dela, e a igreja só deve submeter-se a ele. Os colossenses
dever permanecer arraigados a ele ( 2.6-7) ao invés
de se encantarem com especulações e tradições
vazias (2.8,16-18) |
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Em terceiro lugar, Jesus é supremo na salvação
(3.11). Nele somem todas as distinções criadas
pelo homem e caem as barreiras. Ele transformou os cristãos
em uma única família onde os membros são
iguais em perdão e adoção; é
ele quem importa, em primeiro e em último lugar.
Portanto, contrário à heresia, não
há qualificações ou exigências
especiais para vivenciar o privilégio de Deus (2.8-20). |
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Os caps. 3-4 lidam com as implicações práticas
de Cristo na vida diária dos colossenses. Paulo usa
a palavra “Senhor” nove vezes em 3.1-4.18, o
que indica que a supremacia de Cristo invade cada aspecto
de seus relacionamentos e atividades. |
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