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Ezequiel |
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Autor |
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Ezequiel,
sacerdote levado cativo de Jerusalém para a Babilônia,
onde começaram suas visões proféticas,
escreveu-o entre 593 e 571 a.C. |
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Por
que ler esse livro? |
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Esse
livro, cheio de visões estranhas e de revelações
enigmáticas, talvez intimide alguns leitores hoje.
Mas não deve ser assim. Se você examinar
além da superfície desse livro, descobrirá
lições de valor eterno a respeito de Deus
e do seu relacionamento com o seu povo. Ele prefere nos
perdoar a nos condenar; permanece fiel mesmo quando lhe
faltamos; pode lançar mão de qualquer coisa
- até mesmo de algo ruim - para levar a efeito
o seu bem maior. |
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Conteúdo |
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A
personalidade de Ezequiel reflete uma força mística.
A proximidade de seu contato com o Espírito, suas
visões e a freqüência com a qual a palavra
do Senhor vinha até ele fornecem uma conexão
entre os profetas extáticos mais antigos e os profetas
e escritores clássicos. Suas experiências
espirituais também anteciparam a atividade do ES
no NT. A ele adequadamente pertence o título de
“carismático”. |
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A
mensagem de Ezequiel foi endereçada ao resto dos pervertidos
de Judá exilados na Babilônia. A responsabilidade moral
do indivíduo é um tema de primeira importância em sua mensagem.
A responsabilidade coletiva não mais resguarda o indivíduo.
Cada um deve aceitar uma responsabilidade pessoal pela desgraça
da nação. Cada um é responsável pelo seu pecado individual
(18.24). Foi o peso do pecado acumulado de cada indivíduo
que contribui para o rompimento do concerto de Deus com
Israel, e cada qual leva uma porção da culpa pelo julgamento
que resultou no exílio. |
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O
livro está facilmente dividido em três seções:
o julgamento de Judá (4-24), o julgamento das nações
pagãs ( 25-32) e as futuras bênçãos
pelo concerto de Deus com o povo (33-48). |
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Dois
temas teológicos agem como um equilíbrio no
pensamento do profeta. Na doutrina do homem em Ez, ele colocou
a ênfase no dever pessoal (18.4: “a alma que
pecar, essa morrerá”). Por outro lado, ele
enfatizou a graça divina no renascimento da nação.
O arrependimento do remanescente fiel entre os exilados
resultaria na recriação de Israel a partir
dos ossos secos (37.11-14). O divino Espírito os
estimularia a uma nova vida. Por essa ênfase no ES
na regeneração, Ez antecipava a doutrina do
NT do ES, especialmente no Evangelho de João.
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