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     Filipenses  
     
 
Autor
 
 

           Enquanto estava em prisão domiciliar em Roma, o apóstolo Paulo escreveu aos crentes da cidade de Filipos, localizada no nordeste da Grécia. Situava-se a 16km da atual cidade portuária de Kavalla.

 
 

 

 

 
 
Por que ler esse livro?
 
 

         Se você já teve dificuldades em ver como a fé pode revestir-se das roupas de trabalho da vida diária, Filipenses é para você. Essa carta apresenta verdades sublimes sob o aspecto prático. Ao longo do caminho você deparará com uma grande variedade de experiências humanas: alegria e amargura, unidade e conflito, arrogância e humilhação. Leia Filipenses para ter um vislumbre do coração do seu autor – e ser atraído àquele que tinha primazia nesse coração, Jesus Cristo.

 
 

 

 

 
 
Conteúdo
 
 

         A mensagem permanente dos filipenses diz respeito à natureza e base de alegria cristã. Para Paulo, a verdadeira alegria não é uma emoção superficial que dependeu de circunstâncias favoráveis do momento. A alegria cristã é independente de condições externas, e é possível mesmo em meio a circunstâncias adversas, como sofrimento e perseguição.

 
     
 

         A Alegria definitiva surge da comunhão com Cristo ressuscitado e glorificado. Por toda a carta, Paulo fala da alegria do Senhor, enfatizando que somente através de Cristo se alcança a alegria, como ocorre com todas as outras graças cristãs. Essencial para essa alegria é a convicção confiante de autoridade de Cristo, baseada na experiência do poder de sua ressurreição. Devido essa convicção, a vida de Paulo ganhou sentido. Mesmo a morte tornou-se uma amiga, pois o levaria a uma maior experiência da presença de Cristo (1.21-23).

 
     
 

         A alegria apresentada em filipenses envolve uma expectativa ávida da volta eminente de Cristo. O fato de essa expectativa ser dominante no pensamento de Paulo é vista em suas cinco referências à volta de Cristo. No contexto de cada referência há uma nota de alegria (1.6,10; 2.16; 3.20; 4.5).

 
     
 

         Paulo também descreve uma alegria que surge da comunhão na propagação do evangelho. Ele começa a carta agradecendo aos filipenses pro sua parceria na propagação do evangelhos através de suas ofertas monetárias. As ofertas, entretanto, são apenas uma expressão de seu espírito de comunhão, ou como ele coloca em 4.17, “o fruto que aumente nossa conta”. Sendo assim, a alegria cristã é uma conseqüência de estar em comunhão ativa com o corpo de Cristo.

 
     
 
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