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     João  
     
 
Autor
 
 
          João, o apóstolo - um dos doze discípulos originais de Cristo
 
 

 

 

 
 
Por que ler esse livro?
 
 

         O nosso mundo apresenta muitos deuses para serem adorados. Uma importante religião apresenta um deus de poder e de vingança, outra cultura um deus de silencio e indiferente ao sofrimento das pessoas; ainda outra oferece um deus misterioso e incognoscível, que absorve toda a humanidade em um grande oceano cósmico de unidade. Algumas pessoas adoram os deuses da riqueza, da fama e da diversão. Somente uma fé adora um ser conhecido acima de tudo por seu amor sacrificial. Este livro traça o perfil desse Deus, revelado na pessoa de Jesus Cristo.

 
 

 

 

 
 
Conteúdo
 
 

         Enquanto era bem provável que João conhecesse as narrativas dos outros três Evangelhos, ele escolheu não seguir a seqüência cronológica de eventos dos mesmos como uma ordem tópica. Nesse caso, eles podem ter usado as tradições literárias comuns e/ou orais. O esquema amplo é o mesmo, e alguns acontecimentos em particular do ministério de Jesus são comuns a todos os quatro livros. Algumas das diferenças distintas são: 1) Ao invés das parábolas familiares, João tem discursos extensos; 2) Em lugar dos muitos milagres e cura dos sinóticos, João usa sete milagres cuidadosamente escolhidos a dedo que servem como “sinais”; 3) O ministério de Jesus gira em torno das três festas da Páscoa, ao invés de uma, conforme citado nos Sinóticos; 4) Os ditos “Eu sou” são unicamente joaninos.

 
     
 

         João divide o ministério de Jesus em duas partes distintas: os caps 2-12 dão uma visão de seu ministério público, enquanto os caps 13-21 relatam seu ministério privado aos seus discípulos. Em 1.1-18, denominado “prólogo”, João lida com as implicações teológicas da primeira vinda de Jesus. Ele mostra o estado preexistente de Jesus com Deus, sua divindade e essência, bem como sua encarnação.

 
     
 
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