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Jonas |
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Autor |
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Mais
provavelmente foi o profeta Jonas quem o escreveu, numa
espécie de autobiografia, narrando em primeira
mão o que lhe aconteceu. |
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Por
que ler esse livro? |
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Se
você já pensou que algumas pessoas não
têm mais jeito - são tão más
que não podem ser mudadas -, o livro de Jonas pode
revolucionar esse seu modo de pensar. Pense nos assassinos
em série, nos estupradores, nos traficantes de
drogas ou nos terroristas; não é contrário
à natureza desejar o castigo desses indivíduos
violentos e cheios de ódio. Esse livro, no entanto,
mostra que Deus quer estender sua graça e sua misericórdia
exatamente àqueles que temos a tendência
de desprezar ou considerar fora do alcance da redenção. |
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Conteúdo |
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O
livro de Jonas, embora tenha sido colocado entre os profetas
no cânon, é diferente do outros livros proféticos,
pois ele não tem uma profecia que não contenha
uma mensagem; a história é a mensagem. A
história recorda um dos mais profundo conceitos
teológicos encontrados no AT. Deus ama todas as
pessoas e deseja compartilhar seu perdão e misericórdia
com elas. Israel havia sido encarregado de entregar aquela
mensagem, mas, de algum modo, eles não compreenderam
a importância dela. Essa falha conseqüentemente
levou-os a um orgulho religioso extremo. No Livro de Jonas,
pode ser encontrada a semente do farisaísmo no
NT. |
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Deus
pediu a Jonas, o profeta, para levantar-se e ir 1300 km
pra o oriente, a Nínive, uma cidade dos temidos e
odiados assírios. Sua mensagem é pra ser um
chamado ao arrependimento e uma promessa de misericórdia,
caso eles responda positivamente. Jonas sabe que, se Deus
poupar Nínive, então aquela cidade estará
livre para saquear e roubar Israel novamente. Esse patriotismo
nacionalista e seu desdém a que a misericórdia
seja oferecida para pessoas que não fazem parte do
concerto induzem Jonas a decidir deixar Israel e “fugir
de diante da face do Senhor”. Sem dúvida, ele
esperava que o Espírito da profecia não o
seguisse. Jonas está descontente e. algum modo se
convence do que uma viagem a Társis irá livra-lo
da responsabilidade que Deus colocou sobre ele. |
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A
viagem a Társis logo fornece a evidência de
que a presença e a influência do Senhor não
está restrita à Palestina. Deus manda uma
tempestade para golpear o navio e causar circunstâncias
que conduzem Jonas face à face ao seu chamado missionário.
Após determinarem que Jonas e seu Deus são
responsáveis pela tempestade, e após esgotarem
todas as alternativas, os marinheiros atiraram Jonas ao
mar. Sem dúvida, Jonas e os marinheiros acharam que
esse seria o fim de Jonas; mas Deus havia preparado um grande
peixe para engolir Jonas e, após três dias
e três noites, o peixe o jogou em terra firme. |
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Novamente,
Deus manda Jonas levantar e ir a Nínive para entregar
a mensagem de libertação. Desta vez, o profeta
concorda relutantemente em fazer a viagem e entregar a mensagem
de Deus. Para seu espanto, os ninivitas, desde a pessoa
mais humilde até o rei, se arrependeram e mostraram
isso através do jejum cerimonial, vestindo-se de
panos de saco e assentando-se sobre a cinza. Até
mesmo os animais são obrigados a participar dessa
conduta humilde. |
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O
coração de Jonas ainda não está mudado, e ele reage com
ira e confusão. Por que Deus teria misericórdia de pessoas
que abusaram da nação de Israel? Talvez esperando que o
arrependimento não tivesse sido genuíno, ou que Deus fosse
escolher outra estratégia, Jonas constrói um abrigo numa
colina, com vista para a cidade do lado oriente. Lá. Ele
aguarda do dia indicado para o julgamento. |
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Deus
usa esse tempo de esperar para ensinar uma valiosa lição
a Jonas. Ele prepa uma aboboreira para crescer durante a
noite, num lugar que fizesse sombra sobre a cabeça
de Jonas. O profeta se regozija na sua boa sorte. Então,
Deus prepara um bicho pra comer o caule da aboboreira e
a faz secar. |
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Ele,
mais adiante, intensifica a situação desconfortável
de Jonas, ao trazer um vento calmoso, vindo do oriente,
para secar o corpo morto de sede de Jonas. Ele lamenta a
morte da aboboreira e expressa seu descontentamento a Deus.
Deus lhe responde mostrando a incoerência de estar
preocupado com uma aboboreira, mas estar totalmente despreocupado
acerca do destino dos habitantes de Nínive, a quem
Deus amava. |
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