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     Lamentações de Jeremias  
     
 
Autor
 
 
         Possivelmente Jeremias.
 
 

 

 

 
 
Por que ler esse livro?
 
 

         Se você já sofreu uma grande perda, Lamentações foi escrito exatamente para você. É um livro belo, porém sombrio, a respeito da dor da injustiça e da perda humana. Está repleto de emoções avassaladoras: ira, desespero, medo, solidão, perda total da esperança. Mas os que se sentem feridos podem, na leitura de lamentações de Jeremias, perceber que são estranhamente compreendidos. As profundezas do sofrimento, bem expressadas, podem trazer consolo e restauração.

 
 

 

 

 
 
Conteúdo
 
 

         As lamentações caracterizam seis temas principais, todos relacionados com o conceito de sofrimento:

 
     
 

         • O sofrimento deles era o resultado dos seus pecados. Esse forte tema é visto em cada capítulo ( como em 1.5; 2.14; 3.42; 4.13; 5.16). No tempo em que foram escritos, isso era obviamente aceiro. Até mesmo os babilônios reconheceram o fato (Jr 40.3). Eles sabiam que o seu sofrimento não havia v indo sobre eles por acaso. Ele foi devido à ira de Deus provocada por seus pecados (2.1). Ele estava lidando com a situação espiritual deles, e eles tinham de sentir isso de modo pessoal.

 
     
 

         • O sofrimento deles era visto como se causado por Deus e não por seres humanos.

 
     
 

         • O sofrimento deles poderia conduzi-los a Deus. O profeta está constantemente consciente de Deus, dos seus propósitos e do relacionamento de Deus com seu povo. Aqui não há indicação de que o sofrimento seja resultado de um total abandono de Deus ou de uma erradicação dos seus princípios da mente deles.

 
     
 

         • Sofrimento, lágrimas e oração devem andar juntos. Eles foram encorajados a abrir seu coração a Deus, chorar diante dele e contar a ela todos dos detalhes de sua dor, mágoa e frustração. Cada capítulo, exceto o 4, termina com uma oração.

 
     
 

         • A oração deve ser sempre feita buscando algum fio de esperança. A oração nunca deve ser derrotada pela aflição. Após detalhadas descrições de sofrimento e aflição, nos primeiros dois capítulos e meio, uma nova compreensão parece surgir em 3.21-24. Aqui, fala acerca da esperança e, também, da misericórdia, compaixão e fidelidade de Deus. Isso era uma prova de que uma manifestação da disciplina de Deus não significava que o seu amor havia cessado. Quando a disciplina tivesse atingido seu propósito, as circunstâncias mudariam (3.31,32). Deus pode ter usado a Babilônia, mas isso não significava que os babilônios eram seus eleitos ou que ele era a favor de seus métodos cruéis (3.34-36). O futuro continha um vindicação de Israel sobre seus inimigos (3.26.32)

 
     
 

         • A responsabilidade deles era de submeter pacientemente aos seus sofrimentos. As sua aflições tinha de ser aceitas com paciência, com a consciência de que isto iria terminar quando a vontade de Deus tivesse sido cumprida (3.26-32).

 
     
 
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