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Miquéias |
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Autor |
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O
profeta Miquéias, cujo nome significa Quem é
semelhante ao Senhor?, escreveu-o durante os reinados
de João (750 - 735 a.C.), de Acaz (735 - 715 a.C.)
e de Ezequias (715 - 686 a.C.), reis de Judá. |
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Por
que ler esse livro? |
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Se
você já se perguntou como é possível
a fé se encaixar numa sociedade cada vez mais corrupta
e violenta, você conseguirá identificar-se
com a mensagem desse livro. Se Deus parece distante e
sem envolvimento conosco, Miquéias nos faz lembrar
que ele ainda se importa com os que optam por permanecer
fiéis a ele e lhes oferece esperança. Ler
esse livro faz lembrar que Deus continua ativo neste mundo
e não permitirá que o pecado prejudique
os seus propósitos. |
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Conteúdo |
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O
Livro de Mq é uma profecia acerca do Senhor, que não tem
concorrentes no perdão dos pecados e na compaixão pelos
pecadores. Sua fidelidade compassiva mantém um concerto
com Abraão e seus descendentes. A “excelência do nome
do Senhor” (5.4) está caracterizada, bem como a face do
Senhor (3.4), seu louvor (2.9), seus caminhos (4.2), seus
pensamentos (4.12), sua força (5.4), suas justiças (6.5;
7.9) e sua conseqüente ira (7.9) e furor (5.15; 7.18)
contra todas as formas de rebelião moral. |
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Na
visão de abertura, o Senhor vem desde o templo da sua santidade,
para ser testemunha contra o povo (1.2). O fator mais notável
no manejo do Senhor da sua causa é quão fundo ele foi para
apresentar sua contenda (6.2), até mesmo desejando sentar-se
à mesa do réu e deixando seu povo levar qualquer queixa
quanto ao modo que o Senhor Deus o tenha tratado (6.3).
Além disso, aquele que verdadeiramente se arrepende terá
o Senhor como seu advogado de defesa (7.9) |
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Enquanto
a Babilônia ainda não era um poder mundial que podia permanecer
independente da Assíria, o cativeiro babilônico (mais de
um século depois) foi claramente predito como o julgamento
de Deus contra a rebelião feita contra ele (1.16; 2.3,10;
4.10; 7.13). Mas, assim como Isaías, colega de Miquéias,
a esperança foi estendida pra um restante a ser restaurado,
que seja desse cativeiro ou de um povo espiritualmente restaurado
( a igreja) nos dias do Messias (2.12-13; 4.6-7; 5.3,7-8;
7.18). O Senhor libertaria o restante (2.12-13; 4.3-8,10;
5.9; 7.7) |
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Miquéias
tinha de censurar a liderança da nação por destruir o rebanho
que lhes foi confiado. Entretanto, a grande compaixão de
Deus colore cada uma das sua atitudes e ações em relação
ao seu povo, representando-o como uma filha extraviada (1.13;
4.8,10,13), pois sua compaixão, que, uma vez, redimiu a
Israel do Egito 96.4), irá também redimir Judá da babilônia
(4.10). Sua fidelidade compassiva a Abraão e aos pais (7.20)
é atualizada a cada nova geração. Essa mensagem está focalizada
num única pergunta central para toda a profecia: “Quem,
ó Deus, é semelhante a ti, que perdoas a iniqüidade e que
re esqueces da rebelião do restante da tua herança?” (7.18).
A compaixão de Deus (7.18-19) é um atributo precioso a que
nenhuma deidade pode se igualar. A compaixão e a fidelidade
do concerto são exclusivos a Deus. A esperança do povo de
viver sob a completa bênção de Deus estava ligada à vinda
de Messias. Deus, em seu amor, prevendo as glórias da sua
graça a ser manifesta em Jesus, manteve-se proclamando aquele
Dia e reino futuros como o acontecimento no qual o fiel
devia por sua esperança. |
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