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Naum |
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Autor |
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Naum,
que não é mencionado em nenhuma outra parte
da Bíblia e cujo o nome significa consolo. |
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Por
que ler esse livro? |
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Você
já ficou zangado? Não apenas aborrecido,
mas bastante furioso? Talvez um amigo seu tenha sido vítima
de alguma crueldade praticada por uma quadrilha. Talvez
você já tenha trabalhado para um patrão
que rebaixa as pessoas para se mostrar superior. Talvez
você tenha sido vítima de preconceitos raciais.
Naum faz lembrar que Deus detém o controle da história
e que não permitirá que o mal prevaleça
para sempre. |
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Conteúdo |
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O
livro de Naum focaliza-se num único interesse:
a queda da cidade de Nínive. Três seções
principais, correspondentes aos três capítulos,
abrangem a profecia. A primeira descreve o grande poder
de Deus e como aquele poder opera na forma de proteção
pra o justo, mas de julgamento para o ímpio. Embora
Deus nunca seja rápido em julgar, sua paciência
não pode ser admitida sempre. Toda a Terra está
sob o seu controle; e, quando ele aparece em poder, até
mesmo a natureza treme diante dele (1.1-8). Na sua condição
de miséria e aflição (1.12), Judá
podia facilmente duvidar da bondade de Deus e até
mesmo questionar os inimigos de seu povo (1.13-15) e remover
a ameaça de uma nova angústia (1.9). A predição
do juízo sobre Nínive forma uma mensagem
de consolação para Judá (1.15). |
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A
segunda seção principal, descreve a ida da
destruição para Nínive (2.1-3). Tentativas
de defender a cidade contra seus atacantes serão
em vão, porque o Senhor já decretou a queda
de Nínive e a ascensão de Judá (2.1-7).
As portas do rio se abrirão, inundando a cidade e
varrendo todos os poderosos, e o palácio se derreterá
(2.6). O povo de Nínive será levado cativo
(2.7); outros fugirão com terror (2.8). Os tesouros
preciosos serão saqueados (2.9); toda a força
e autoconfiança se consumirão (2.10). O covil
do leão poderoso será desolado, porque “Eis
que eu estou contra ti, diz o Senhor dos exércitos”
(2.11-13). |
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O
terceiro capítulo forma a seção final
do livro. O julgamento de Deus parece excessivamente cruel,
mas ele é justificado em sua condenação.
Nínive era uma “cidade ensangüentada”
(3.1), uma cidade culpada por espalhar o sangue inocente
de outras pessoas. Ele era uma cidade conhecida pela mentira,
falsidade rapina e devassidão (3.1,4). Tal vício
era uma ofensa a Deus; portanto, seu veredicto de julgamento
era inevitável (3.2-3, 5-7). Semelhante a Nô-Amom,
uma cidade egípcia que sofreu queda, apesar de numerosos
aliados e fortes defesas. Nínive não pode
escapar do julgamento divino (3.14-15). Tropas se espalharão,
os líderes sucumbirão e o povo se derramará
pelos montes (3.16-18). O julgamento de Deus sobreveio,
e os povos que a Assíria fez outrora vítimas
tão impiedosamente baatem palmas e celebram em resposta
às boas-novas (3.19). |
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