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  A PÁSCOA  
  Êx 12:1-14; lCo 5:7  
 

          Nos dias atuais existem más interpretações sobre a celebração da Páscoa, principalmente da parte dos simpatizantes do paganismo. O SENHOR tem determinado a celebração da Páscoa, primeiramente, para Israel, com uma simbologia apontada para Cristo, que é lembrado pela Igreja na ocasião da celebração da Ceia do Senhor. Por isso, vejamos o que a Bíblia diz sobre a Páscoa:
          A PÁSCOA, A PRIMEIRA DAS SETE FESTAS DE ISRAEL
          Lv 23:1-44 nos dá conta de que, além do Sábado, estão estipuladas sete festas solenes ao SENHOR; cujas festas ocupavam papel importante na cultura judaica como feriados nacionais. São elas: lª) PÁSCOA – (Lv 23:4, 5; Êx 12:1-14; 2Rs 23:21-23 – lCo 5:7); 2ª) ASMOS - (comer sem fermento, por sete dias; Lv 23:6-8; Êx 12:15-20; Nm 9:6; Dt 16:1ss. – lCo 5:7; lPe 1:19; Ap 5:6); 3ª) PRIMÍCIAS – (primeiras colheitas oferecidas a Deus – Lv 23:9-14 – Mt 27:52, 53; lCo 15:20); 4ª) PENTECOSTES – (“Shavuot” = “semanas”; “qüinquagésimo” – era adoração pela abundante colheita – Lv 23:15-22; Dt 16:10 – At 2:1-4); 5ª) JUBILEU – (jubilação; trombetas – Lv 23:23-25; 25:8ss.; Dt 15:1ss. – lCo 15:50-58; lTs 4:13-18); 6ª) EXPIAÇÃO – (não era uma festa propriamente dita, mas, uma expurgação, um jejum nacional – Lv 16:29-33; 23:26-32 – Rm 5:9; lTs 5:9 – representa a Grande Tribulação); e 7ª) TABERNÁCULOS – (Lv 23:33-44; Ne 8:17 – Mt 5 a 7 - representa o Milênio).
5 (RA)  no mês <02320> primeiro <07223>, aos catorze <0702> do mês <06240>, no crepúsculo da tarde <06153>, é a Páscoa <06453> do SENHOR <03068>.
06453 xop pecach
procedente de 06452, grego 3957 pasca; DITAT-1786a; n. m.
1) páscoa
1a) sacrifício da páscoa
1b) vítima animal da páscoa
1c) festa da páscoa
    (RA) Lançai fora <1571> (5657) o velho <3820> fermento <2219>, para que <2443> sejais <5600> (5753) nova <3501> massa <5445>, como <2531> sois <2075> (5748), de fato, sem fermento <106>. Pois <1063> também <2532> Cristo <5547>, nosso <2257> Cordeiro pascal <3957>, foi imolado <2380> (5681).

         Portanto, Páscoa significa “passar por cima”; “passagem”. A Páscoa tem sido comemorada pelos judeus, pelos gentios e pela Igreja do Senhor.
               A PÁSCOA FOI INSTITUIDA POR CONTA DA LIBERTAÇÃO DO POVO DE DEUS
               Recordava a libertação da escravidão no Egito; quando Deus poupou os primogênitos de Israel. Naquela noite, o primogênito de toda família, sem o sinal do sangue no batente da porta, foi morto.
               Dentro de casa, os israelitas fizeram uma refeição com: um cordeiro assado, ervas amargas e pão sem levedura. Posteriormente, foram acrescentados; sopa de fruta (para lembrar os tijolos e telhas, fabricados no Egito), água salgada (lembrar suor...), e quatro cálices com vinho (lembrar as quatro bênçãos).
               A FINALIDADE DA PÁSCOA ERA RECORDAR O DIA EM QUE O ANJO DESTRUIDOR POUPOU OS ISRAELITAS
               Era uma recordação anual de como Deus libertou os hebreus do Egito; quando o anjo do Senhor poupou as suas casas. Os israelitas deviam agradecer por serem salvos da morte os primogênitos.
               Os crentes, semelhantemente, tiveram o seu dia de libertação quando foram salvos da morte espiritual e da escravidão do pecado. Isto está patente na celebração da Ceia do Senhor, quando somos exortados a lembrarmos de sua morte até que Ele venha. A Ceia do Senhor é a nossa Páscoa e, lembra-nos a nova vida e libertação que alcançamos em Cristo Jesus (lCo 5:7).
               A CELEBRAÇÃO DA PÁSCOA EM ISRAEL E NOS DIAS ATUAIS
               Conforme Êx 12:1-14; Lv 23:4, 5; Nm 28:16ss., no dia 14 de Abibe (março/abril), à tarde, iniciava-se a festa da Páscoa, indo até o por do Sol do dia seguinte. Havia santa convocação, com oferta em holocausto ao Senhor e oferta de manjares. Cada família participava de uma refeição contendo: um cordeiro assado, ervas amargas e pães asmos. Todos deviam lembrar a saída do Egito. Posteriormente, na história de Israel, foram acrescentados outros elementos: água salgada, sopa de frutas e os quatro cálices das quatro bênçãos.
               Conforme Mt 26:17-30, Jesus, com os discípulos, celebraram uma última Páscoa, certamente com os elementos: cordeiro assado (tipo de Cristo), ervas amargas (tipo do sofrimento na escravidão do Egito), pães asmos (tipo de vida santa), sopa de frutas (tipo dos tijolos fabricados no Egito), água salgada (suor – tipo do trabalho escravo) e, os quatro cálices de vinho (bênçãos de Dt 6:1ss.).
               Atualmente, a Páscoa, entre os judeus é comemorada com um jantar (“seder”) reunindo-se a família num jantar festivo, onde é lido Êx 12:1ss. pelo chefe da família. Entre os gentios, de forma equivocada, tem sido comemorada: comercial e religiosamente. Do ponto de vista religioso, há uma comemoração em data deslocada – no domingo ao invés da sexta-feira (dia em que Cristo morreu). Do ponto de vista comercial, apegou-se e muito aos rituais pagãos – instituindo-se uma festa contendo o coelho (símbolo da fertilidade), ovo de “páscoa” feito de chocolate (na verdade coelho não bota ovo) com troca de presentes (isso se constitui em idolatria).
               A Igreja de Cristo, com a celebração da CEIA DO SENHOR (Mt 26:26ss.; lCo 11:17-34) tem comemorado de maneira bíblica a Páscoa; uma vez que os dois elementos: pão (simbolizando o corpo de Cristo moído até a cruz no Calvário) e o vinho (simbolizando o sangue de Cristo derramado na cruz) representam a morte de Cristo para salvar o homem pecador. Portanto, Cristo é a nossa Páscoa (lCo 5:7) e isto é observado na Ceia do Senhor.
               CONCLUSÃO: - Embora a Páscoa tenha sido comemorada, por muitos, de forma errônea, a verdadeira celebração da Páscoa é a Ceia do Senhor; quando o âmago do evento deve ser a Graça Salvadora de Deus. Cristo é a nossa Páscoa, pois Ele foi sacrificado por nós e disso temos que lembrar sempre quando nos reunimos para comemorar (lCo 11:24, 25).
Pr. Damásio Missias Farias
                             

Pr. Damásio Missias Farias

 
 

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